O site ‘Histórias Infantis’ que está recheado de lindas histórias, desenhos para colorir e atividade para crianças. Para além disso o site aceita a contribuição de pais e adultos para partilha de histórias para crianças. Os pequeninos contribuem com seus desenhos relacionados com as histórias que o site apresenta.~
http://www.historias-infantis.com/
Os pais devem ou não discutir em frente ao filhos?
Publicada por
Dani
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Claro que há discussões e discussões, crianças e crianças. A propósito do tema, os especialistas em comportamento infantil do site www.iparenting.com aconselham os pais a ter cuidado com o tipo de coisa que discutem à frente das crianças: decisões importantes, como o local de férias ou a compra de um carro, não são para ter na presença dos filhos. Se estão a falar sobre o restaurante onde vão jantar, uma discussãozita não traumatiza ninguém.
Outro factor a ter em conta é a idade da criança: até um bebé é afectado por uma briga. Se tem uma criança de três anos ou menos, cuidado com as palavras: "levam tudo à letra e não percebem que, no calor da batalha, às vezes se dizem coisas sem pensar. Se disser: ‘odeio-te!’, ela vai mesmo pensar que isso é verdade", dizem aqueles especialistas americanos. Quanto aos adolescentes, vão achar que uma briga é uma forma aceitável de resolver problemas numa relação. Isto numa altura em que eles próprios se estão a aventurar por esse caminho, não é o melhor exemplo.
Dito isto, a verdade é que pode ser pior discutir longe das crianças do que à frente delas. "As crianças são muito boas a captar as ondas de mal-estar, e podem imaginar pior do que de facto está a acontecer." Conselho aos pais: discutam, se têm de discutir, mas é importante que as crianças os vejam a fazer as pazes. Enfim, mais fácil de dizer do que de cumprir, mas talvez seja uma boa forma de realizar aquele outro conselho dos nossos avós, que, esse sim, tantas vezes esquecemos: "Nunca vão para a cama zangados."
Outro factor a ter em conta é a idade da criança: até um bebé é afectado por uma briga. Se tem uma criança de três anos ou menos, cuidado com as palavras: "levam tudo à letra e não percebem que, no calor da batalha, às vezes se dizem coisas sem pensar. Se disser: ‘odeio-te!’, ela vai mesmo pensar que isso é verdade", dizem aqueles especialistas americanos. Quanto aos adolescentes, vão achar que uma briga é uma forma aceitável de resolver problemas numa relação. Isto numa altura em que eles próprios se estão a aventurar por esse caminho, não é o melhor exemplo.
Dito isto, a verdade é que pode ser pior discutir longe das crianças do que à frente delas. "As crianças são muito boas a captar as ondas de mal-estar, e podem imaginar pior do que de facto está a acontecer." Conselho aos pais: discutam, se têm de discutir, mas é importante que as crianças os vejam a fazer as pazes. Enfim, mais fácil de dizer do que de cumprir, mas talvez seja uma boa forma de realizar aquele outro conselho dos nossos avós, que, esse sim, tantas vezes esquecemos: "Nunca vão para a cama zangados."
Gripe na gravidez duplica risco de autismo na criança
Publicada por
Dani
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As mulheres afectadas por gripe durante a gravidez têm duas vezes mais possibilidades de conceber um filho autista.
A investigação, baseada em entrevistas com as mães, envolveu quase 97 mil crianças dinamarquesas entre 8 e 14 anos nascidas entre 1997 e 2003. Deste total, apenas 1% (976) foi diagnosticado com autismo.
Mas quando os autores perguntaram às mães se haviam sofrido algum tipo de enfermidade durante a gravidez, entre as que relataram a ocorrência de gripe o risco de ter um filho autista mais que duplicou, destaca o estudo publicado pela revista americana Pediatrics.
O risco até triplicou quando as mães sofreram febre por períodos prolongados, de sete dias ou mais de duração, antes da 32ª semana de gravidez.
Os autores ignoram "se o tratamento com antibióticos está associado com o autismo observado". "Esta relação entre antibióticos e autismo é algo novo e ainda não confirmado", sustentaram.
Face ao vínculo observado entre a gripe da mãe e o autismo da criança, os autores do estudo recomendam às mulheres grávidas que se vacinem por precaução.
Os investigadores realizaram o estudo com base em resultados de um trabalho realizado com ratos que sugeriu que a activação do sistema imunológico materno durante a gravidez pode provocar deficiências no desenvolvimento neuronal do feto.
A investigação, baseada em entrevistas com as mães, envolveu quase 97 mil crianças dinamarquesas entre 8 e 14 anos nascidas entre 1997 e 2003. Deste total, apenas 1% (976) foi diagnosticado com autismo.
Mas quando os autores perguntaram às mães se haviam sofrido algum tipo de enfermidade durante a gravidez, entre as que relataram a ocorrência de gripe o risco de ter um filho autista mais que duplicou, destaca o estudo publicado pela revista americana Pediatrics.
O risco até triplicou quando as mães sofreram febre por períodos prolongados, de sete dias ou mais de duração, antes da 32ª semana de gravidez.
Os autores ignoram "se o tratamento com antibióticos está associado com o autismo observado". "Esta relação entre antibióticos e autismo é algo novo e ainda não confirmado", sustentaram.
Face ao vínculo observado entre a gripe da mãe e o autismo da criança, os autores do estudo recomendam às mulheres grávidas que se vacinem por precaução.
Os investigadores realizaram o estudo com base em resultados de um trabalho realizado com ratos que sugeriu que a activação do sistema imunológico materno durante a gravidez pode provocar deficiências no desenvolvimento neuronal do feto.
